segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Médium e Mediunidade


 

A faculdade mediúnica está presente em grande proporção da população. Médium é um número reduzido e outros não é médium e nem é portador de nenhuma faculdade mediúnica, nunca viu e nunca vai sentir nenhum fenômeno paranormal/sobrenatural.
Somente é Médium, o indivíduo que tem uma faculdade ostensiva, mediador entre o Plano Astral X Plano Físico. Ele consegue sentir e perceber influência espiritual num grau qualquer. Esse Fenômeno Paranormal que ocorre com um médium não tem nenhuma explicação científica.
O médium ostensivo passa por transe psíquica, alteração no sistema nervoso central, alteração de voz e de comportamento durante a manifestação do Fenômeno Paranormal (Animismo). O transe tem diferentes graus de profundidade, o que pode ser facilmente verificado pelos níveis de consciência física que o médium/anímico mantém durante a comunicação/percepção.
Há três níveis de transe:
Consciente: O médium recebe informações espirituais com lucidez através do chacra coronária e percebe as influências espirituais através do chacra frontal (sexto sentido). A sensibilidade e a percepção sensorial são de grau leve, mantendo a voz e a fisionomia natural do médium.
                                                         
Semiconsciente: perda parcial de consciência por parte do médium durante o transe. O intermediário ou mediano permite que o Espírito que se comunica traga algumas de suas características como no caso específico da psicografia.

Inconsciente: O nível profundo de transe, a perda total de consciência física por parte do médium, correspondendo à mediunidade inconsciente, sonambúlica ou mecânica – mais raro hoje em dia – viabiliza uma percepção quase completa de anulação da personalidade do médium e da presença do comunicante, o que verificamos pela mudança de letra na psicografia, da voz na psicofonia, dos gestos, consegue comunicar e cantar num outro idioma.
O Animismo acompanha o ser humano desde o início da formação populacional na Terra.
Os deuses após retornarem a verdadeira origem passaram a comunicar com os humanos através do Animismo. Apenas um sacerdote ou uma sacerdotisa Médium Animismo podia comunicar com deuses e os Ancestrais familiar.
Hoje, sabemos que os médiuns comunicam com espíritos afins, com mesmo padrão vibratório. Se um médium não consegue disciplinar o ego, é usuário de alguma droga ilícita, é uma pessoa desiquilibrada emocionalmente, jamais irá receber um guia iluminado. Ele pode ser enganado por espíritos perversos que dizem ser generoso e de luz, mas não. Os espíritos inferiores mistificam e enganam a muitos. O médium ostensivo deve ser educado,  ser cauteloso e ter um conhecimento amplo sobre o mundo espiritual para não ser enganado.
Outras pessoas que não são médiuns, mas portadoras de faculdade mediúnica podem usar dessa ferramenta para trabalhar com alinhamentos energéticos, cromeditação, cromoterapia, aromaterapia, yoga, massagem e outros tipos de terapias.
Os médiuns ostensivos podem ter uma missão midiúnica temporário ou duradouro. Nenhum ser encarnado consegue bloquear a mediunidade ostensiva porque é algo natural e espiritual.


Portanto, a faculdade mediúnica é uma dádiva divina que deve ser zelada e ser aprimorada para que possa ter melhor desempenho e ter êxito nos trabalhos psicoespirituais. Qualquer pessoa portadora ou não da faculdade mediúnica pode contribuir para um mundo melhor, basta ter uma consciência expandida, abraçar a causa social ou do ecossistema.
Um grão semeado num solo, seja fértil ou não pode trazer excelente resultado no futuro quando recebe os cuidados necessários.
 
        
Autora: Rainna Tammy
 Bibliografia

ARGOLLO, Djalma Mota. Jung e a mediunidade - Salvador: Fundação Lar Harmonia, 2004.